segunda-feira, 13 de maio de 2024

JEOVÁ JIREH


 

JEOVÁ JIREH

 

Oh, Deus provedor
Jeová Jireh

O fogo não me queima
Nas águas, não vou afundar
Pois estás comigo
Não estou sozinho

Eu estou guardado
No esconderijo
Não estou sozinho
Tu estás comigo

Temer por que se eu estou
Guardado por quem nunca perdeu batalhas?
Seu nome é Jeová Jireh
Irás prover de novo, eu creio em ti

Haja o que houver, venha o que vier
Irás prover de novo, eu creio em ti
Eu não vivo do que vejo, vivo do que creio
Irás prover de novo, eu creio em ti

O fogo não me queima
Nas águas, não vou afundar
Pois estás comigo
Não estou sozinho

Eu estou guardado
No esconderijo
Não estou sozinho
Tu estás comigo

Temer por que se eu estou
Guardado por quem nunca perdeu batalhas?
Seu nome é Jeová Jireh
Irás prover de novo, eu creio em ti

Haja o que houver (é), venha o que vier
Irás prover de novo, eu creio em ti
Eu não vivo do que vejo, mas eu vivo do que creio
Irás prover de novo (sim, senhor), eu creio em ti, iê

A tempestade e o vento forte
Não vão roubar a minha fé em ti, meu Deus
A tempestade e o vento forte
Não vão roubar a minha fé (não, não, nã)
Em ti, meu Deus (não vão roubar a minha fé)

A tempestade e o vento forte
Não vão roubar a minha fé em ti, meu Deus
(A tempestade) oh, a tempestade não vai
(E o vento forte) o vento forte não vai
Não vão roubar a minha fé em ti, meu Deus

Em ti, meu Deus
Em ti, meu Deus

Temer por quê?
Se eu estou guardado por quem nunca perdeu batalhas
Seu nome é Jeová Jireh
Irás prover de novo, sim, sim (eu creio em ti)

Haja o que houver, venha o que vier
Irás prover de novo, eu creio (em ti), eu creio
Eu não vivo do que vejo, vivo do que creio
Irás prover de novo, eu creio em ti

Eu creio em ti
Irás prover de novo
Sim, eu sei, sim, eu sei
Sim, eu sei

Sim, eu sei
Sim, eu sei

 

Aline Barros

quinta-feira, 9 de maio de 2024

SILÊNCIO

 

SILÊNCIO

Ficar calado (a) é uma forma de dizer sem conceituar.

Os conceitos são formulações fáceis, o silêncio não.

Descobrir o que o silêncio diz requer mestria, observação

minuciosa.

É bom não saber dizer...

Bom mesmo é ser compreendido (a), mesmo quando não

sabemos dizer...

Amar é uma forma de crer em silêncio!

 

Padre Fábio de Melo

 

PORQUE EU PRECISO CUIDAR

 

PORQUE EU PRECISO CUIDAR

O que eu posso, eu não posso como quero!
Eu posso com menos possibilidades.
Se eu não posso modificar a vida, quero deixar que a vida me modifique.
Se eu não posso mudar o acontecimento,
então eu quero que o acontecimento me modifique.
Isso é reconciliar os contrários.
Isso é descobrir a sabedoria da possibilidade.
Não é do jeito que eu quero,
mas vai ser o jeito que pode!
E aí o meu coração se mexe assim como o organismo busca forças
para reconciliar a carne e cicatrizar aquele lugar que está ferido.
Todo o meu organismo se mexe,
se volta para aquela urgência. Todo o meu coração se move na tentativa de descobrir
o significado para a vida naquele instante.
E se a gente obedece a essa regra da cicatrização do momento,
a gente acorda melhor no outro dia. Sabe porquê?
Porque a ferida parou de sangrar um pouco.
Não significa que a dor deixou de existir dentro de nós,
não significa que o problema deixou de existir, não!
Só que há um jeito diferente de lidar com ele agora,
e eu preciso descobrir que em cada momento da minha vida
há uma ferida a ser cicatrizada,
há uma reconciliação a ser realizada.
E essa é a sabedoria do Evangelho.
Abrir os nossos olhos para que nós possamos descobrir
qual é a necessidade de cicatrizar hoje.
O que dentro de mim, hoje, eu não tenho direito que amanheça amanhã sangrando
Porque eu preciso cuidar!
Hoje você não tem o direito de ir dormir sem pensar naquilo que você precisa cicatrizar dentro de você.
Mova seu coração, mova os seus sentimentos, mova sua inteligência na direção daquilo que em você precisa ser cicatrizado.
Não amanheça amanhã do mesmo jeito que você amanheceu hoje.
Não permita que a vida aconteça amanhã para você e que ela lhe encontre do mesmo jeito que você estava hoje.
Permita o movimento da cicatrização!
Permita o movimento da reconciliação!

Padre Fábio de Melo